quarta-feira, 31 de maio de 2023

SÃO JORGE

 



São Jorge nasceu em 275, na antiga região chamada Capadócia. Hoje, esta região é parte da Turquia. O pai de Jorge era militar e faleceu numa batalha. Após a morte do pai, Jorge e sua mãe, chamada Lida, mudaram-se para a Terra Santa.Lida era originária da Palestina. Era uma mulher que possuía instrução e muitos bens. Ela conseguiu dar ao filho Jorge uma educação esmerada.


Ao atingir a adolescência, Jorge seguiu a carreira de muitos jovens da época e entrou para a carreira das armas, pois tinha um temperamento naturalmente combativo. Tanto que logo ele se tornou capitão do exército romano. Jorge tinha grandes habilidades com as armas e muita dedicação.Por causa dessas qualidades o imperador Diocleciano deu a ele o título nobre de conde da Capadócia. Assim, com apenas 23 anos, Jorge passou a morar na alta corte de Nicomédia. Nesse tempo, ele exerceu o cargo de Tribuno Militar.


Conversão e morte de São Jorge

Quando sua mãe faleceu, Jorge recebeu a herança que lhe cabia e foi enviado para um nível mais alto ainda: a corte do imperador. Lá, porém, quando começou a ver a crueldade com que os cristãos eram tratados pelo império romano que ele servia, mudou seu pensamento. Ele já conhecia o cristianismo por causa da influência de sua mãe e da Igreja de Israel. Então, ele deu um primeiro passo de fé: distribuiu todos os seus bens aos pobres.Mesmo sendo membro do alto escalão do exército, ele quis a verdadeira salvação prometida pelo Evangelho que ele já conhecia.


Porém, o imperador Diocleciano tinha outros planos. Sua intenção era eliminar os cristãos. Assim, no dia em que o senado confirmaria o decreto do imperador que autorizaria a eliminação dos cristãos, Jorge levantou-se na tribunae se declarou espantado com esta decisão, que julgava absurda. Ele ainda disse diante de todos que os romanos é que deveriam assumir o cristianismo em suas vidas. Todos ficaram muito surpresos quando ouviram palavras como essas vindas da boca de um membro da suprema corte de Roma.


Questionado por um cônsul sobre o porque dessas palavras, Jorge respondeu-lhe que estava dizendo aquilo porque acreditava na verdade e, por ser esta a verdade, a defenderia a todo custo. Mas, “o que é a verdade?”, perguntou o cônsul. Jorge respondeu: "A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade".


O Imperador, furioso ao ver o cristianismo infiltrado no império, tentou obrigá-lo a desistir da fé cristã. Por isso, enviou-o a sessões de torturas violentas e terríveis. Assim, depois de cada tortura, Jorge era levado de volta ao imperador. Este lhe perguntava se, depois da tortura,abandonaria a fé cristã.Jorge, Porém, reafirmava sua fé, cada vez com mais coragem. Muitos romanos ao presenciarem estes fatos, tomaram as dores de Jorge, até mesmo a própria esposa do imperador. Aliás, mais tarde, ela se converteu à fé em Jesus Cristo.Por fim, Diocleciano, vendo que não conseguiria dissuadir Jorge de sua fé, mandou que ele fosse degolado. Era o dia 23 de abril do ano 303. Aconteceu na cidade de Nicomédia, na Ásia Menor.


Devoção a São Jorge

Os cristãos recolheram o corpo de São Jorge e veneraram seus restos mortais como relíquias. Isso porque, todo mártir, ou seja, aquele que é morto por causa da fé em Jesus Cristo, se torna santo. Mais tarde, os cristãos levaram as relíquias de São Jorge para a antiga cidade de Dióspolis, onde ele crescera. Lá, seu corpo foi sepultado. Anos mais tarde o primeiro imperador cristão chamado Constantino,conhecendo a bela história de São Jorge, mandou que fosse construído um oratório. Sua intenção era que a devoção a São Jorge se espalhasse por todo o império.


Por volta do século V, já se contavam cinco igrejas dedicadas a São Jorge na capital do império no Oriente, chamada Constantinopla. Mais tarde, no vizinho país do Egito, foram construídas quatro igrejas e mais quarenta conventos dedicados a São Jorge. São Jorge passou a ser venerado como sendo dos maiores santos da Igreja Católica em várias regiões como na Armênia, em Bizâncio e no Estreito de Bósforo, na Grécia.


São Jorge e o Dragão

De acordo com uma lenda, São Jorge fez acampamento com sua legião romana numa região próxima a Salone, Líbia, no norte da África. Lá, diziam haver um enorme dragão com azas. O animal devorava pessoas da cidade como cordeirinhos.Diziam que o hálito daterrivel criatura era tão venenoso que qualquer um que se aproximasse poderia morrer por envenenamento. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, eles ofereciam ovelhas como alimento. Ao acabarem, começaram a oferecer crianças.


O sacrifício caiu então sobre a filha do Rei de 14 anos, Sabra. A menina foi em direção à seu cruel destino e deixou a muralha da cidade, ficou ali à espera da criatura. São Jorge, ao ficar sabendo da história, decidiu por fim a tudo isso. Montou seu cavalo branco e partiu para a batalha. Antes, porém,exigiu que o rei desse sua palavra: se trouxesse sua filha de volta, o rei e todo o reino se converteria ao cristianismo.


O rei aceitou e deu sua palavra. Jorge, então, partiu para a luta com tal "dragão". Depois de muita luta e oração, Jorge acertou a cabeça do dragão com sua poderosa espada que era chamada deAscalon. Depois, São Jorge cravou sua espada debaixo da asa do dragão, num local que tinha escamas. Assim, o dragão foi ferido mortalmente e caiu sem vida. São Jorgeamarrou a fera e a levou arrastadaaté a cidade, levandoconsigo a princesa. Lá, São Jorge, sendo observado pela multidão, cortou a cabeça do fez com todas as pessoas da cidade se tornassem cristãs.


Simbolismo

O dragão simboliza a idolatria que mata inocentes e causa destruição. A idolatria é destruída pelas armas da Fé. A jovem que São Jorge salvou representaria a região da qual ele combateu heresias e instalou a fé cristã.


Oração a São Jorge

“Eu  andarei  vestido  e  armado, com as armas  de  São Jorge. Para  que  meus  inimigos tendo  pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. Armas de fogo o  meu corpo não alcançarão, facas  e  lanças  se  quebrem  sem  ao  meu corpo chegar, cordas  e correntes se quebrem sem ao meu corpo,  amarrar.       


      São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor;  abre os meus caminhos.  ajuda-me a  conseguir  um  bom emprego;   fazei com  que   eu  seja  bem  visto  por  todos:   superiores,  colegas  e subordinados. Que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes  no  meu  coração ,  no  meu lar e  no meu serviço;  vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre ,  abrindo e iluminando os nossos caminhos ,  ajudando-nos também a  transmitirmos  paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. Amém.”



 


   

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terça-feira, 30 de maio de 2023

SANTA ANA

 Santa Ana ou Sant'Ana é a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Sobre ela, porém, há poucos dados biográficos. As referências que chegaram até nós sobre os pais de Maria foram deixadas pelo Proto-Evangelho de Tiago, um livro escrito provavelmente no primeiro Século e que não faz parte dos Evangelhos Canônicos, ou seja, aqueles reconhecidos pela Igreja como oficiais. Porém, o Evangelho de Tiago é uma obra importante da antiguidade e citada em diversos escritos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.



O nome a descendência de Santa Ana

O nome “Ana” vem do hebraico “Hanna” e significa “graça”. Santa Ana era de família descendente do sacerdote Aarão. Ela era esposa de um santo: São Joaquim que, por sua vez, era descendente da família real de Davi. Nesse casamento estava composta a nobreza da qual Maria seria descendente e, posteriormente, Jesus.


Um casal comum

Santa Ana se casou jovem como toda moça em Israel naquele tempo. A tradição diz que São Joaquim era um homem de posses e bem situado na sociedade. Ambos viviam em Jerusalém, ao lado da piscina de  Betesda, onde hoje está a Basílica de Santana. O casal se relacionava com pessoas de todo Israel, especialmente nas festas em Jerusalém.


A esterilidade de Santa Ana

Santa Ana, porém, tinha um grave problema: era estéril. Não conseguia engravidar mesmo depois de anos de casada. Em Israel daquele tempo a esterilidade era sempre atribuída à mulher, por causa da falta de conhecimento. A mulher estéril era vista como amaldiçoada por Deus. Por isso, Santa Ana sofreu grandes humilhações. São Joaquim, por sua vez, era censurado pelos sacerdotes por não ter filhos. Tudo isso fazia com que o casal sofresse bastante.


A concepção milagrosa de Maria

Santa Ana e São Joaquim, porém, eram pessoas de fé e confiavam em Deus, apesar de todo sofrimento que viviam. Assim, num dado momento da vida, São Joaquim resolveu retirar-se no deserto, para rezar e fazer penitência. Nessa ocasião, um anjo lhe apareceu e disse que suas orações tinham sido ouvidas.


Ao mesmo tempo o anjo apareceu também a Santa Ana confirmando que as orações do casal tinham sido ouvidas. Assim, pouco tempo depois que São Joaquim voltou para casa, Ana engravidou. Parece que através do sofrimento, Deus estava preparando aquele casal para gerar Maria, a virgem pura concebida sem pecado.


O nascimento de Maria

Segundo a Tradição cristã, no dia 8 de setembro do ano 20 a. C., Santa Ana deu à luz uma linda menina à qual o casal colocou o nome de Miriam, que em hebraico, significa “Senhora da Luz”. Na tradução para o latim ficou “Maria”. A vergonha tinha ficado para trás. E daquela que todos diziam ser estéril nasceu Nossa Senhora, a mãe do Salvador.


Santa Ana e São Joaquim são de fundamental importância na História da Salvação. Não só pelo nascimento de Maria, mas também pela formação que deram à futura Mãe do Salvador.


Devoção à Santa Ana

A devoção a Santa Ana e São Joaquim é muito antiga no Oriente. Eles foram cultuados desde o começo do cristianismo. No século VI a devoção a eles já era enraizada entre os fiéis do Oriente. No Ocidente, o culto a Santana remonta ao século VIII. Em 710, as relíquias da avó de Jesus foram levadas de Israel para Constantinopla e, de lá, foram distribuídas para várias igrejas. A maior dessas relíquias ficou na igreja de Sant’Ana, em Durem, Alemanha.


No ano de 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho. Na década de 1960 o Papa Paulo VI juntou a esta data a comemoração de São Joaquim. Por isso, no dia 26 de julho comemora-se também o “Dia dos Avós”.


Aparição de Santa Ana em Auray, na França

Em 1625 um fato extraordinário mudaria o foco da devoção a Santana. No vilarejo de Auray, na França, ela apareceu a um homem chamado Yves Nicolazic. Na aparição Santana disse: “Yves Nicolazic, não temas. Eu sou Ana, mãe de Maria. Dize a teu pároco que neste local da Terra, chamado Bocenno, existia, outrora, uma capela que me era dedicada, e isso, antes mesmo que houvesse qualquer aldeia por aqui. Era a primeira capela erguida em toda a região. Ela foi destruída há 924 anos e seis meses. Desejo que uma nova capela seja erguida neste local, o mais depressa possível, e que cuideis dela, porque Deus quer que eu seja honrada nesta área."


Yves Nicolazic obedeceu e levou o povo do vilarejo ao local indicado por Santana. Lá, encontraram a antiga imagem, tal qual Santana havia dito. O bispo da diocese de Vannes, Dom  Rosmadec, mandou investigar os fatos. Os estudiosos confirmaram tudo que fora anunciado por Santana.


Yves Nicolazic tornou-se construtor. Ele foi pedreiro e mestre de obras na construção da Igreja de Santana em Auray.


O papa João Paulo II fez uma visita a Auray em 1996. Depois disso, o número de peregrinos subiu para cerca de 800 mil pessoas por ano.


Santa Ana padroeira dos avós

Santana é a padroeira dos avós. Mas também é invocada pelas mulheres que não conseguem engravidar. Santana é também a padroeira da educação, tendo educado Nossa Senhora e influenciado profundamente na educação de Jesus.


Santa Ana, avó de Jesus. Ela sabe dar o carinho e atenção das avós. Ela conhece o aconchego que só as avós podem dar aos netos. Por isso, recorramos a Sant Ana com confiança. Com a mesma confiança que nos aproximamos de nossas tão queridas avós para pedir as graças que precisamos.


SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE SANTA ANA


San ta Ana é padroeira das avós e das mulheres com dificuldade de engravidar. Ela é a mãe da Virgem Maria e avó de Jesus. Esposa de São Joaquim, ela não conseguiu engravidar em sua juventude e passou a ser vista pela sociedade judaica como estéril e castigada por Deus. Ana e Joaquim, porém, eram justos diante do Senhor e durante muitos anos pediram a graça de ter filhos. Quando já tinham passado do tempo de engravidar, um anjo do Senhor apareceu a Santa e São Joaquim separadamente e disse que as orações do casal tinham sido ouvidas. Então, Santa Ana engravidou e deu à luz aquela que seria a Mãe do Salvador. A imagem de Santa Ana é cheia de símbolos que contam sua história. Vamos conhecê-los.


A túnica branca de Santa Ana

A túnica branca de Santa Ana simboliza sua pureza de coração. Apesar de não conseguir engravidar durante seu período fértil, Santa Ana não se revoltou contra Deus, mas acolheu o fato como sendo parte do 'mistério de Deus' para sua vida, sabendo que a vontade do Senhor sempre será melhor para nós do que nossa própria vontade. Ao buscar compreender e acolher a vontade de Deus, em meio ao sofrimento, Santa Ana tornou-se pura de coração. Por isso, sua túnica branca.


O véu marrom e verde de Santa Ana

O véu marrom e verde de Santa Ana tem dois significados que se complementam na vida desta grande santa. A cor marrom é símbolo da humildade e da simplicidade. A cor verde é símbolo da vida que renasce. Assim, Santa Ana foi humilde acolhendo a vontade de Deus. Por isso, ela viu a vida renascer em seu próprio corpo ao engravidar e conseguir levar adiante uma gestação. Além disso, viu a vida renascer recebendo a graça da maternidade, sendo mãe da Virgem Maria.


O pergaminho na mão direita de Santa Ana

O pergaminho na mão direita de Santa Ana simboliza tudo o que ela ensinou à Virgem Maria. No mundo judaico de então, a educação das meninas era de inteira responsabilidade das mães. Sendo a Virgem Maria a pessoa que é, podemos concluir que, em grande parte, isso é devida à educação que ela recebeu de Santa Ana. O pergaminho estando na mão direita de Santa Ana, simboliza sua ação principal, que foi educar e ensinar Maria. No pergaminho estão enumerados os dez mandamentos, simbolizando que Santa Ana ensinou a Maria todo o que diz respeito à Lei de Deus, às tradições de sua fé e à santidade de vida. Toda a missão de santa Ana está simbolizada neste pergaminho.


A mão esquerda de Santa Ana

A mão esquerda de Santa Ana está voltada para o seu coração, simbolizando que todo o ensinamento que ela transmitiu à Virgem Maria vinha do seu coração. Ela nos ensina que qualquer ensinamento de vida só vai ser eficaz se for transmitido de coração para coração. Foi isso que ela fez com sua filha, a Virgem Maria.


A Virgem Maria menina na imagem de Santa Ana

A Virgem Maria menina na imagem de Santa Ana simboliza o sentido de vida de Santa Ana. A roupa azul de Maria simboliza o céu, que com seu 'SIM', Maria vai abrir para nós. O azul simboliza também a verdade que Maria vai gerar para o mundo: seu Filho Jesus Cristo.


Oração a Santa Ana

'Senhor, Deus de nossos pais, que concedestes a Santa Ana a graça de dar a vida à mãe de vosso filho Jesus, olhais por todas as famílias que lutam para sobreviver e que se encontram em grandes dificuldades de relacionamento. Que os lares sejam lugares abençoados e plenos de acolhimento e de compreensão. Santa Ana, nossa padroeira, olhai para as crianças, acompanhai os adolescentes e jovens, amparai os idosos e doentes de nossa sociedade.Que todas as pessoas possam contar sempre com as bênçãos de vossa proteção. Santa Ana, eu ainda vos peço (fazer o pedido); neste dia dai-me a graça que tanto necessito. Santa Ana, rogai por nós! Amém!'



 


   

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segunda-feira, 29 de maio de 2023

Versículos Bíblicos



 

 


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domingo, 28 de maio de 2023

PENTECOSTES

 

O que é Pentecostes?



Nesta celebração se comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo e a Virgem Maria.


Pentecostes era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Ação de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no quinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa “quinquagésimo dia”.


No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinquenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino.




Quem é o Espírito Santo?

O prometido por Jesus veio em Pentecostes: “…ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias” (At 1,4-5).


Espírito que procede do Pai e do Filho: “quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho…” (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.


Qual é sua missão?

Introduzir-nos na comunhão do Filho com o Pai, santificando-nos e fazendo-nos filhos com Jesus.


Fortalecer-nos para a missão de testemunhar e anunciar Jesus ao mundo. Para isso recebemos a plenitude de seus dons bem como a capacidade de proclamar a todos a quem somos enviados o Evangelho de Jesus. O Espírito Santo é o AMOR do Pai e do Filho derramado em nossos corações.O amor é fogo que arde, é chama que aquece e é força que aproxima e une. O milagre das línguas é este: tomados pelo amor de Deus os homens passam a viver uma profunda comunhão e entre eles se estabelece a concórdia e a paz destruída pelo orgulho de Babel, raiz da discórdia e da confusão das línguas.


Guiar a Igreja nos caminhos da história para que ela permaneça fiel ao Senhor e encontre sempre de novo os meios de anunciar eficazmente o Evangelho. E isto o Espírito Santo o faz assistindo os pastores, derramando seus carismas sobre todo o Povo e a todos sustentando na missão de testemunhar o Evangelho. É pelo Espírito Santo que Jesus continua presente e atuante na sua Igreja.


Quem O recebe? Todos os que são batizados e crismados.


Quem dele vive? Somente aqueles que procuram guardar a Palavra do Senhor no esforço de conversão, na oração e no empenho em testemunhar e anunciar o Evangelho de Jesus.


Quem crê no Espírito Santo e procura viver Dele, é feliz. Amém.





 


   

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comshalon.org  |  por Dom Eduardo Benes



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SÃO RAIMUNDO

 Padroeiro dos nascituros (bebês que estão para nascer), das gestantes na hora do parto, das Parteiras e dos Obstetras.



Origens


Raimundo nasceu na cidade de Portell, na região da Catalunha, Espanha, no ano 1200. Sua família era nobre, mas não possuía grande fortuna. O nascimento de Raimundo aconteceu de maneira trágica e dolorosa: sua mãe faleceu durante o trabalho de parto, antes que Raimundo nascesse. Por esta razão Raimundo foi chamado de “Nonato”, cujo significado é “não-nascido de mãe viva”, isto é, ele foi retirado do corpo já sem vida de sua mãe.


Infância e juventude


Raimundo tinha inteligência privilegiada. Por isso, cumpriu seus estudos primários com facilidade. Já na adolescência, apresentou vocação para a vida religiosa. Quando seu pai percebeu isso, enviou para cuidar de um pedaço de terra que pertencia à família. A intenção do pai era fazer com que o filho desistisse da ideia de ser religioso. Porém, a atitude do pai levou a história para onde ele menos queria.


Vocação fortificada


Viver na fazenda, no silêncio, na solidão e em contato com a natureza, só fez fortificar ainda mais a vocação de Raimundo. Ele cuidava da fazenda. Porém, nas horas livres, dedicava-se à oração e à contemplação. Nisso, clareou-se em seu coração o chamado para dedicar-se totalmente à Ordem de Nossa Senhora das Mercês. Esta Ordem tinha sido fundada pelo futuro santo chamado Pedro Nolasco. Este, era amigo de Raimundo. A Ordem religiosa tinha uma missão muito especial no tempo de São Raimundo Nonato: libertar os cristãos que tinham sido presos e escravizados pelos muçulmanos (mouros).


Padre e libertador de escravos cristãos


Com muita dificuldade, Raimundo Nonato conseguiu que seu pai autorizasse seu ingresso na vida religiosa. Isto só aconteceu em 1224. Neste ano, ele ingressou na Ordem de Nossa Senhora das Mercês e recebeu o hábito religioso do fundador e futuro santo Pedro Nolasco. Algum tempo depois veio sua ordenação sacerdotal. Então, sua vocação missionária desabrochou e ele se dedicou a ela com todas as suas forças. Por causa disso ele foi enviado numa missão às térreas da Argélia, extremo norte da África. Lá, ele conseguiu a façanha de libertar cento e cinquenta cristãos que tinham sido feito escravos dos muçulmanos. E ele não só os libertou como conseguiu que eles fossem devolvidos às suas famílias.


Refém dos muçulmanos


Com o objetivo de libertar outros tantos cristãos da escravidão, o Pare Raimundo Nonato se ofereceu para ficar como refém entre os muçulmanos. Passou mais de ano preso sofrendo humilhações e torturas. Mesmo assim, continuou firme no seu trabalho missionário, levando a consolação do Evangelho e o conforto aos cristãos presos que vacilavam na fé e estavam perto de renunciar ao Senhor Jesus. Por causa disso, muitos cristãos permaneceram firmes e até mesmo muçulmanos se converteram ao cristianismo percebendo a força do testemunho de São Raimundo Nonato e dos cristãos que ele conseguia atingir. Por causa disso, porém, as autoridades muçulmanas mandaram que a boca de São Raimundo Nonato fosse perfurada e fechada com cadeados, a fim de que ele não falasse mais de Jesus Cristo. Porém, nem isso deu certo porque, mesmo no silêncio, o testemunho de fé, de confiança, de oração e de paz no sofrimento converteram a outros tantos.


Libertação


São Raimundo Nonato sofreu todas essas torturas por oito meses. Depois foi libertado. Porém, estava com sua saúde abalada. Voltou para a Catalunha em 1239. Por causa de sua fama de santidade e dos feitos realizados entre os muçulmanos, o papa Gregório IX nomeou-o cardeal e o chamou para que se tornasse seu conselheiro em Roma. São Raimundo Nonato tentou se preparar e se prepara.



 


   

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sexta-feira, 26 de maio de 2023

SÃO LONGUINHO

 SÃO LONGUINHO, o santo dos objetos perdidos.



"Longuinho" foi um dos soldados romanos destacados para acompanharem o castigo, a crucificação e a morte de Jesus. Chamava-se, na verdade, Longinus, nome que significa "Uma Lança". Por isso, acredita-se que ele tenha sido o soldado que perfurou com uma lança o lado de Jesus, de onde brotou sangue e água, como São João afirma em seu Evangelho (Jo 19,34). São Longuinho, como é conhecido, foi provavelmente o soldado que reconheceu Jesus como o "Verdadeiro Filho de Deus", logo após a morte do Mestre. Ele é citado pelos evangelistas São Mateus 27,54, São Lucas 23,47 e São Marcos 15,39 no momento da morte de Jesus.


História

Conta-se que Longinus era um soldado de baixa estatura que servia na alta corte de Roma antes de ser destacado para servir em Israel. Servindo na corte de Roma, ele vivia nas festas dos romanos. Por causa de sua baixa estatura, ele conseguia ver tudo o que se passava por baixo das mesas. Com isso ele achava vários pertences das pessoas e sempre devolvia os achados para seus donos. Daí surgiu sua fama de bom soldado e de sempre encontrar coisas perdidas. Esta fama do soldado Longinus, do mundo pagão, passou para o convertido São Longuinho.


Conversão de São Longuinho

O Evangelho de São João, testemunha ocular da morte de Jesus, diz que quando o soldado perfurou o lado do Senhor, dali saíram sangue e água. (Jo 19,34). A Tradição diz que essa água que saiu do lado de Cristo, respingou em Longinus e ele ficou curado de um problema que tinha nos olhos. E a água do lado de Cristo curou não só os olhos físicos de Longinus, como também, e principalmente, os olhos de sua alma, pois atribui-se a ele as palavras de um soldado presente na hora da morte de Jesus: "Verdadeiramente este homem era Filho de Deus". A partir de então, sua vida não foi mais a mesma. Tocado pela graça de Deus, ele se converteu, passou a acreditar em Jesus, e abandonou o exército romano. São Longuinho é uma prova do poder do amor e da misericórdia de Deus. Jesus curou a vida de um soldado que o matava.


Perseguidor se transforma em mártir

Após abandonar o exercito romano por causa de sua conversão, São Longuinho fugiu para  Cesárea e, depois, Capadócia, hoje Turquia. Mas foi descoberto pelo Governador da Capadócia e denunciado a Pôncio Pilatos. No processo, foi acusado de desertor e condenado a pena de morte. Se ele renunciasse à sua fé em Jesus Cristo seria perdoado. Mas ele se manteve firme e não renegou Jesus Cristo. Por isso, foi torturado, teve seus dentes arrancados e sua língua cortada. Depois, foi decapitado. O soldado que ajudara na crucificação e morte de Jesus, tempos depois dava sua vida por causa do mesmo Senhor.


Canonização

São Longuinho foi canonizado pelo Papa Silvestre II, quase mil anos depois, no ano de 999. O processo de canonização já tinha caminhado bastante conforme os trâmites exigidos pela Igreja. Porém, vários documentos que faziam parte do processo, ficaram perdidos ao longo de anos. Então, o Papa pediu a intercessão do próprio São Longuinho para que o ajudasse a encontrar os documentos perdidos. E aconteceu que, pouco tempo depois, os documentos foram encontrados e a canonização aconteceu conforme a lei da Igreja manda que seja.


A lança de São longuinho

Existe uma lança numa igreja da cidade de Viena, na Áu


Longuinho é o santo das coisas perdidas. Sua vida, porém, é mais rica e sua mensagem para o mundo é fascinante. O nome 'Longuinho' é um aportuguesamento de 'Longinus', um nome latino de um soldado romano que viveu no tempo de Cristo. Ele não só viveu no tempo de Cristo como foi um dos torturadores do Mestre. E o fato mais marcante de sua vida foi ter furado o peito de Jesus, 'de onde jorrou sangue e água' (João 19, 34). Longinus era cego de um olho e ficou curado quando algumas gotas da água do coração de Jesus caíram sobre seus olhos. Então, ele se converteu e deixou de ser legionário. Porém, foi martirizado por propagar a fé em Jesus Cristo. Vamos conhecer sua imagem.


Túnica e capuz marrom

A túnica e o capuz marrom de São Longuinho simbolizam a humildade e é também a roupa de uma longa jornada. Com efeito, Longinus fez uma longa jornada de Roma a Israel e, depois, uma jornada espiritual, deixando de ser soldado, violento, para se tornar um cristão propagador do Evangelho.


O alforje de São Longuinho

O alforje ou bolsa de São Longuinho simboliza a bagagem de sua jornada espiritual: o encontro com Jesus Cristo na cruz, que o transformou num homem de paz e de amor ao próximo. De torturador a pregador do amor de Deus.


A lanterna de São Longuinho

A lanterna de São Longuinho simboliza o fato de ele ajudar a encontrar coisas perdidas. Longinus era um soldado romano de baixa estatura. Nas tavernas e reuniões dos soldados, ele sempre encontrava coisas perdidas, por ser baixinho, e as entregava a seus donos. Ele se tornou famoso na legião romana por causa disso. Por outro lado, o Papa Silvestre II, no ano 999 estudou sua história e aprovou sua canonização. Porém, muitos documentos do processo, se perderam por anos. Então, Silvestre II pediu a São Longuinho ajuda para encontrar os documentos. Pouco tempo depois, encontraram os documentos a canonização seguiu em frente. Por isso, também, São Longuinho se tornou o santo das coisas perdidas.


O cajado de São longuinho

O cajado de São longuinho simboliza a fé, que o apoiou em sua jornada após conhecer Jesus Cristo. Esta fé o apoiou tanto, que ele se tornou mártir por não renegar a fé em Cristo. Por isso, peçamos que São Longuinho nos ajuda a encontrar, principalmente, a fé. Esta fé que remove montanhas e que nos leva a um encontro pessoal com Jesus Cristo.


A lança de São Longuinho

São Longuinho também é representado como um soldado romano, portando uma lança, a lança com a qual ele perfurou o peito de Jesus, razão da conversão do santo. Este gesto de São Longuinho nos ajudou a ver que é do Sagrado Coração de Jesus que jorra a Água Viva do Espírito Santo e o sangue que cura nossas feridas.


Oração a São Longuinho

'Ó glorioso São Longuinho, a vós suplicamos, cheios de confiança em vossa intercessão. Sentimo-nos atraídos a vós por uma especial devoção, sabemos que nossas súplicas serão ouvidas por Deus nosso Pai, se vós tão amado por Ele, nos fizer representar. Lembrai-vos São Longuinho, prodigiosamente tocado pela graça de Jesus agonizante, em sua última hora, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que recorrem a vossa proteção, fosse por vós desamparado. Assim, dignai-vos interpor em meu favor, vossa valiosa intercessão perante Deus, para que me conceda viver e morrer como verdadeiro cristão, e me auxilie a encontrar o objeto que tanto necessito. Amém. Dizer o nome do objeto que procura e rezar um Pai Nosso e uma ave Maria'.


 


   

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quinta-feira, 25 de maio de 2023

 


SÃO FRANCISCO DE ASSIS (1182-1226) foi um religioso italiano o fundador da Ordem dos Franciscanos. Era filho de um rico comerciante, mas fez votos de pobreza. Foi canonizado pelo papa Gregório IX dois anos depois de sua morte. É conhecido como o protetor dos animais.


Infância e Juventude

Giovanni di Pietro di Bernardoni (Francisco de Assis) nasceu em Assis na Itália, no dia 5 de julho de 1182. Era filho de Pica Bourlemont e Pedro Bernardone Maricone rico e conceituado comerciante de tecidos de Assis.

Seu pai estava na França quando o filho nasceu, na volta rebatizou-o com o nome de Francesco.

Francisco de Assis estudou na escola Episcopal, onde aprendeu a ler, escrever e principalmente contar. Enriquecer era uma obsessão naquela época. Ajudava seu pai no comércio, mas viver atrás de um balcão não era trabalho que o atraía.

Em 1197 morreu o imperador romano-germânico, Henrique VI, senhor de grande parte da Itália, mas seu filho e herdeiro tinha apenas dois anos de idade e, vários nobres disputavam o trono.

Na época, o Ducado de Assis era controlado pelo duque de Spoleto, que cobrava pedágio de tudo que atravessava a região. Iniciou-se então uma revolta dos mercadores de Assis, que destruíram a fortaleza do duque e conseguiram conquistar o poder.

Em 1198 Inocêncio III foi eleito papa e, a Santa Sé queria tirar vantagem com o enfraquecimento do império. Um enviado do pontífice logo chegou à cidade de Assis com o encargo de substituir o governo imperial.

Entre 1201 e 1202 os revoltosos organizam uma tropa para dar combate à nobreza feudal que recebera do imperador um privilégio que irritava os mercadores. O jovem Francisco participou das lutas entre Assis e Perugia e acabou preso por quase um ano.

Em 1203, de volta à sua cidade, tentou recuperar o tempo perdido. Entregou-se a uma vida de festas e torneios, mas logo se mostrou insatisfeito e resolveu mudar de vida e decidiu ser cavaleiro.

Para chegar a esse posto teria que começar como escudeiro de um nobre e partiu para sua missão. Durante o percurso, ao encontrar alguns mendigos, foi se desfazendo de seus pertences.

Decidiu voltar para sua casa mesmo sem a glória que a família esperava, e indagando dizia:

“Como pode haver tanta injustiça, tanto luxo, ao lado de tanta pobreza?”.


A Conversão

Conta-se que em 1206, orando na capela de São Damião, em Assis, Francisco ouviu de Deus as seguintes palavras: "Vá, Francisco, e restaure a Minha Casa!". Imaginando tratar-se de reconstruir a Capela, voltou para casa, vendeu boa parte dos tecidos do pai e entregou-se ao serviço de Deus e dos miseráveis.

Em 1208, afinal, compreendeu o sentido da mensagem: restaurar a igreja como instituição, uma vez que ela havia se desviado dos ensinamentos de Cristo e vivia cercada de opulência. Resolveu fazer votos de pobreza e começou a pregar sua doutrina.

Francisco de Assis, decidido a cumprir as Escrituras sagradas, passou a viver voltado apenas para o espírito. Seus sermões eram cada vez mais frequentados, sua fama foi se espalhando e aos poucos já tinha seguidores, dispostos a formar uma nova ordem religiosa.

Em 1208 pediu autorização ao papa para fundar uma irmandade mendicante. Em 1219 estava fundada a “Ordem dos Irmãos Mendigos de Assis", que se instalou em cabanas no alto dos montes e no interior das cavernas, renunciando qualquer forma de propriedade.


Ordem dos Franciscanos

Em 1215, no intuito de resguardar a autoridade papal, o Concílio de Latrão reconheceu a "Ordem dos irmãos Menores de Assis”. O Cardeal Ugolino foi designado “protetor” da Ordem. Francisco consentiu repartir seus discípulos em dois grupos para seguir em peregrinação pelo mundo para disseminar o sentimento da fé cristã e converter os infiéis.

Durante a peregrinação os franciscanos tiveram seus primeiros martírios, quando cinco discípulos foram mortos, em Ceuta, pelos muçulmanos, pois recusaram sua conversão.

Francisco de Assis embarcou para a Terra Santa, onde foi aprisionado e levado ao Sultão. Para mostrar a superioridade da fé cristã, Francisco andou sobre brasas e imediatamente foi libertado.

Em 1220 Assis voltou para a Itália e encontrou uma cisão no movimento. Alguns discípulos, pressionados por Ugolino, preconizam uma reforma com novas “regras” menos severas quanto ao voto de pobreza.

Em 1221 Assis apresentou um texto com a nova “Regra” para a ordem: “Observar o Santo Evangelho, viver da obediência, da castidade e não possuir absolutamente nada e só dividir a pobreza”.

O texto foi recusado pelo cardeal Ugolino. Em 1223 o texto foi retocado e finalmente aceito pelo papa Honório III. Os franciscanos perdem muito dos traços que os distinguiam.


Morte

Em 1224, decepcionado e doente, Francisco de Assis foi obrigado a moderar suas atividades. No mesmo ano renunciou a direção efetiva da irmandade que criara, e em companhia dos discípulos partiu em direção à floresta para viver em contato com a natureza.

Conta-se que, na floresta, em sua presença, os peixes saltavam da água e os pássaros pousavam em seus ombros. Certo dia, orando no alto do rochedo, desceu do céu um serafim de asas resplandecentes, trazendo nos braços uma cruz.

Quando a imagem desapareceu, Francisco percebeu marcas de sangue nas mãos e nos pés, como se tivessem sido atravessados por pregos. Doente, Francisco implora que o levem para Assis, onde quer morrer.

São Francisco de Assis faleceu assistido pelos discípulos, em Assis, Itália, no dia 3 de outubro de 1226. Dois anos depois de sua morte foi canonizado pelo papa Gregório IX.

Na igreja de São Francisco de Assis, Assis, Itália, inaugurada em 1256, estão guardados os restos mortais do santo.


Oração de São Francisco

Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais:

consolar que ser consolado;

compreender que ser compreendido;

amar que ser amado.

Pois é dando que se recebe,

É perdoando que se é perdoado

E é morrendo que se vive para a vida eterna!



 


   

Fonte de Pesquisa

VATICANS GROUP



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